
A maior parte das pessoas, se é que não posso dizer todas, já gostaram de alguém na vida, quando digo isso, não estou necessariamente falando apenas de amor, mas também de paixão, desejo ou qualquer tipo de atração que se possa sentir por outro alguém. Isso é fato.
Mas você já parou pra pensar, de toda essa gente, de todos esses relacionamentos, quantos são aqueles que não acabam, aqueles que não se deterioram com o tempo ou não sucumbem de uma hora pra outra?
Exceções, apenas elas, por que no meu ponto de vista, os relacionamentos de hoje em dia mudaram drasticamente do que costumava-se ser antigamente, pois estamos numa época em que tudo acontece numa velocidade acima do normal, correspondência, comida, conexão, tecnologia e ate mesmo os relacionamentos são instantâneos, o que nem de longe é uma coisa ruim, mas com essa evolução toda, vieram também as conseqüências.
E isso realmente me causa medo, um medo que eu nunca senti antes,com nenhuma pessoa. Lógico que eu seria hipócrita se falasse que nunca sofri no passado, ou que nunca tive sentimentos por alguém, mas hoje vejo que eram coisas totalmente diferentes,
Não sei se posso classificar assim, pois isso não é questão de comparação, mas penso que o que sentira no passado, todas aquelas incertezas quando a questão era “onde vamos chegar com isso”, vejo o quão especial é o que tenho hoje, o quão menos fútil isso é.
Por exemplo, no passado, o meu maior receio, quando estava com uma pessoa, era a coisa toda desandar e no final eu acabar sozinho, hoje já não, o fato de ficar só ainda não me soa bem, mas o grande medo em si é o de perder a pessoa que eu vivo.
Talvez isso se dê pelo fato de que, antes, se eu terminasse um caso, inconscientemente, sabia que logo estaria encontrando outra pessoa igual ou até melhor a qual eu estava.
E sei que hoje, particularmente, isso não passa pela minha cabeça, nem de longe, por que conheço tão intimamente a pessoa com que divido uma vida, que sei que não teria a capacidade, nem a vontade, de me entregar a ninguém mais, o tanto quanto me entrego a ela.
O fato de sermos tão conectados e únicos me faz ver o nível de superioridade que essa pessoa tem em relação a todas as outras, e isso não me permitiria sentir aquela tão singular sensação quando outra pessoa qualquer sussurrasse juras de amor, por mais verdadeiras que fossem pra mim.
Então, o que me resta é tentar ser o mais verdadeiro possível com tudo isso, com essa idéia de que é preciso ter cumplicidade e respeito para se obter algo saudável e duradouro, e rezar para ser apenas mais uma exceção.
Mas você já parou pra pensar, de toda essa gente, de todos esses relacionamentos, quantos são aqueles que não acabam, aqueles que não se deterioram com o tempo ou não sucumbem de uma hora pra outra?
Exceções, apenas elas, por que no meu ponto de vista, os relacionamentos de hoje em dia mudaram drasticamente do que costumava-se ser antigamente, pois estamos numa época em que tudo acontece numa velocidade acima do normal, correspondência, comida, conexão, tecnologia e ate mesmo os relacionamentos são instantâneos, o que nem de longe é uma coisa ruim, mas com essa evolução toda, vieram também as conseqüências.
E isso realmente me causa medo, um medo que eu nunca senti antes,com nenhuma pessoa. Lógico que eu seria hipócrita se falasse que nunca sofri no passado, ou que nunca tive sentimentos por alguém, mas hoje vejo que eram coisas totalmente diferentes,
Não sei se posso classificar assim, pois isso não é questão de comparação, mas penso que o que sentira no passado, todas aquelas incertezas quando a questão era “onde vamos chegar com isso”, vejo o quão especial é o que tenho hoje, o quão menos fútil isso é.
Por exemplo, no passado, o meu maior receio, quando estava com uma pessoa, era a coisa toda desandar e no final eu acabar sozinho, hoje já não, o fato de ficar só ainda não me soa bem, mas o grande medo em si é o de perder a pessoa que eu vivo.
Talvez isso se dê pelo fato de que, antes, se eu terminasse um caso, inconscientemente, sabia que logo estaria encontrando outra pessoa igual ou até melhor a qual eu estava.
E sei que hoje, particularmente, isso não passa pela minha cabeça, nem de longe, por que conheço tão intimamente a pessoa com que divido uma vida, que sei que não teria a capacidade, nem a vontade, de me entregar a ninguém mais, o tanto quanto me entrego a ela.
O fato de sermos tão conectados e únicos me faz ver o nível de superioridade que essa pessoa tem em relação a todas as outras, e isso não me permitiria sentir aquela tão singular sensação quando outra pessoa qualquer sussurrasse juras de amor, por mais verdadeiras que fossem pra mim.
Então, o que me resta é tentar ser o mais verdadeiro possível com tudo isso, com essa idéia de que é preciso ter cumplicidade e respeito para se obter algo saudável e duradouro, e rezar para ser apenas mais uma exceção.
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